Chefe do Executivo, Sam Hou Fai, participou, hoje (11 de Maio) na recepção do 18.o aniversário da Aliança de Povo de Instituição de Macau e assistiu à tomada de posse dos membros da 7ª Direcção e do Conselho Fiscal. Ao discursar na ocasião, Sam Hou Fai deixou a expectativa de que as associações locais, incluindo a Aliança de Povo de Instituição de Macau, continuem a promover o valor essencial do amor pela Pátria e por Macau, contribuindo conjuntamente para a harmonia e estabilidade sociais, a prestar eficazmente serviços comunitários diversificados e a potenciar melhor o papel das associações cívicas, a apoiar o Governo da Região Administrativa Especial de Macau (RAEM) na governação segundo a lei, promovendo conjuntamente a elevação da eficiência da governação de Macau.
O Chefe do Executivo referiu que, desde o início do ano, com o forte apoio do Governo Central e os esforços conjuntos de todos os sectores da sociedade, Macau tem avançado de forma estável e com progressos constantes em todos os aspectos, o panorama inicial é positivo. Revelou que, no primeiro trimestre deste ano, o produtro interno bruto (PIB) atingiu um valor preliminar de 108,01 mil milhões de patacas, representando um crescimento real de 7,1 por cento em termos homólogos, consolidando assim o ímpeto da recuperação económica. Sublinhou que este resultado, nada fácil de conquistar, é indissociável do apoio, da colaboração e da união de esforços de todos os residentes e de todas as associações cívicas.
O Chefe do Executivo reiterou que, em Dezembro do ano passado, o Presidente Xi Jinping indicou claramente, durante a apresentação do Balanço do Trabalho do Chefe do Executivo, que Macau deveria continuar a elevar a sua eficiência governativa. Sam Hou Fai afirmou que o actual Governo persiste na filosofia de que os assuntos de Macau devem ser «resolvidos mediante consulta conjunta e geridos em conjunto», para, em colaboração com as associações de amor pela Pátria e por Macau, elevar a eficiência de governação da RAEM, particularmente reforçar a construção do sistema de governação nas instâncias de base e melhorar a respectiva governabilidade. Acrescentou que, através da auscultação ampla e eficaz das opiniões e sugestões de todos os sectores da sociedade, o governo continua a consolidar o maior consenso possível e a reunir toda a sinergia possível para o desenvolvimento da RAEM.
Sam Hou Fai disse que, enraizada em Macau desde a sua fundação, a Aliança de Povo de Instituição de Macau tem seguido fielmente o princípio «servir Macau e a sua população com dedicação», trabalhando de forma pragmática e servindo os residentes com carinho e empenho. Mencionou os resultados positivos em vários domínios, designadamente nos serviços comunitários em edifícios residenciais, serviços para jovens e serviços para idosos, contribuindo de forma activa para a promoção do bom desenvolvimento geral da RAEM.
Perante a nova conjuntura e as novas tarefas da prática «um país, dois sistemas», Sam Hou Fai espera que as associações locais, incluindo a Aliança de Povo de Instituição de Macau, preservem a tradição e inovem, prosseguindo com dedicação a dar o seu melhor para desempenhar um papel ainda mais relevante, deixando três expectativas:
Primeiro, promover o valor essencial do amor pela Pátria e por Macau, contribuindo conjuntamente para a harmonia e estabilidade sociais. Aproveitar plenamente o papel orientador das principais associações de amor pela Pátria e por Macau, transmitindo e promovendo a tradição de excelência de amor pela Pátria e por Macau, consolidando assim a base sociopolítica do princípio «um país, dois sistemas». Promover a união e valorizar o diálogo, potenciando de forma permanente o seu papel de ponte entre o Governo e a população, e promovendo uma comunicação positiva para resolver conflitos latentes e fomentar uma sociedade mais inclusiva e harmoniosa. Prosseguir com a inovação na gestão associativa e com o auto-aperfeiçoamento. Reforçar a formação de jovens talentos, seleccionar e nomear pessoas idóneas e competentes, e elaborar um plano de sucessão de quadros adequado.
Segundo, prestar eficazmente serviços comunitários diversificados e potenciar melhor o papel das associações cívicas. Alinhar-se com a orientação governativa «apoio com precisão e descentralização de recursos» em prol do bem-estar da população, aperfeiçoando a prestação de serviços diversificados, designadamente serviços comunitários em edifícios residenciais, serviços para idosos e servindo de forma precisa os grupos mais vulneráveis. Orientar-se pelas novas necessidades emergentes do desenvolvimento social, inovar com espírito pioneiro e promover constantemente a modernização inteligente, profissionalização e eficiência dos serviços comunitários, tornando-os mais perceptíveis, acessíveis e tangíveis para a população. Participar activamente na governação de base comunitária, colaborar no aperfeiçoamento do sistema de governação nas instâncias de base, transmitir as solicitações dos residentes, apresentar propostas viáveis e ajudar o Governo a resolver de forma mais eficaz as dificuldades urgentes, complexas e angustiantes enfrentadas pelos residentes.
Terceiro, continuar a apoiar o Governo da RAEM na governação segundo a lei, promovendo conjuntamente a elevação da eficiência da governação de Macau. Continuara defender com acções concretas o sistema de predominância do poder executivo, contribuindo conjuntamente para a construção de uma atmosfera social favorável que assegure a implementação deste sistema. Reunir a sabedoria da sociedade, formar uma sinergia em prol da governação, apoiar e colaborar com o Governo da RAEM para promover reformas, desenvolver a economia, melhorar o bem-estar da população, e continuar a criar novas conjunturas de desenvolvimento de alta qualidade da RAEM. Focar-se nas novas exigências e nos novos desafios do desenvolvimento socioeconómico, apresentando sugestões e propostas construtivas, e melhorando constantemente a capacidade de participação e debate políticos. Disse que a consulta pública sobre o 3.o Plano Quinquenal da RAEM será lançada muito em breve, e espera que as associações cívicas, incluindo a Aliança de Povo de Instituição de Macau, bem como todos os sectores da sociedade, apresentem activamente opiniões e sugestões para aperfeiçoar o nosso Plano Quinquenal.