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Chefe do Executivo reúne-se com o ministro da Economia e da Coesão Territorial de Portugal

Gabinete de Comunicação Social
2026-04-21 12:26
  • Chefe do Executivo, Sam Hou Fai, cumprimenta o ministro da Economia e da Coesão Territorial português, Manuel Castro Almeida.

  • Chefe do Executivo, Sam Hou Fai, reúne-se com o ministro da Economia e da Coesão Territorial português, Manuel Castro Almeida.

  • Chefe do Executivo, Sam Hou Fai, o ministro da Economia e da Coesão Territorial português, Manuel Castro Almeida, e o secretário de Estado da Economia de Portugal, João Rui Ferreira.

  • Chefe do Executivo, Sam Hou Fai, e o ministro da Economia e da Coesão Territorial português, Manuel Castro Almeida, reúnem-se com a delegação empresarial de Macau que acompanha a visita a Portugal.

  • Chefe do Executivo, Sam Hou Fai, e o ministro da Economia e da Coesão Territorial português, Manuel Castro Almeida, reúnem-se com a delegação empresarial de Macau que acompanha a visita a Portugal. O Chefe do Executivo, Sam Hou Fai, discursa durante o encontro.

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O Chefe do Executivo, Sam Hou Fai, teve um encontro, na tarde do dia 20 de Abril (hora de Portugal), em Lisboa, com o ministro da Economia e da Coesão Territorial de Portugal, Manuel Castro Almeida, no qual trocaram opiniões sobre o aprofundamento contínuo da cooperação económica e comercial entre Macau e Portugal, e o apoio a Macau para potenciar melhor o seu papel enquanto plataforma sino-lusófona. De seguida, as duas partes reuniram-se com os representantes da delegação empresarial que acompanha a visita a Portugal, com o objectivo de explorar o estabelecimento de contactos e criar uma plataforma para explorarem juntos as oportunidades de negócios.

Sam Hou Fai começou por agradecer a Portugal o apoio constante ao desenvolvimento económico da Região Administrativa Especial de Macau (RAEM), e aproveitou para sublinhar que Macau, com as suas vantagens únicas, como o bilinguismo (chinês e português) e o sistema jurídico continental europeu, se tornou uma ponte entre a China e os países de língua portuguesa para a cooperação económica e comercial, tendo ajudado as empresas de ambos os lados a explorarem em conjunto os mercados de terceiros e alcançar benefícios mútuos. Revelou que o Governo da RAEM está a acelerar o desenvolvimento da diversificação adequada da economia, promovendo de forma ordenada quatro projectos-chave, referindo que Portugal possui vantagens em sectores da inovação científica, educação, turismo, e convenções e exposições, pelo que disse esperar reforçar o intercâmbio e a cooperação bilaterais nessas áreas, criando uma plataforma de articulação e reforçando a coordenação. Ao mesmo tempo, indicou que a Zona de Cooperação Aprofundada entre Guangdong e Macau em Hengqin é um importante motor para a expansão contínua do espaço de desenvolvimento de Macau, proporcionando medidas favoráveis em várias vertentes, tais como o comércio e a tributação, pelo que são bem-vindas mais empresas portuguesas a investir e a estabelecerem-se nesta região. Salientou que Macau irá desempenhar proactivamente o seu papel enquanto «interlocutor com precisão», continuando a aprofundar a cooperação entre a China e Portugal a nível económico e comercial e a alargar a rede de rotas aéreas internacionais de Macau, para promover a circulação de pessoas e facilitar a mobilidade de negócios.

O Chefe do Executivo realçou que o Governo da RAEM, desde o seu estabelecimento, tem vindo a atribuir importância e a salvaguardar os direitos, interesses e as tradições culturais dos residentes portugueses em Macau, destacando o apoio cada vez maior à comunidade portuguesa. Em simultâneo, acrescentou que o governo está empenhado na promoção do ensino da língua portuguesa, com o número de aprendentes de português em crescimento constante, reforçando assim a sua vantagem de bilinguismo e injectando um impulso cada vez maior para que Macau potencie melhor o seu papel de plataforma.

Por sua vez, o ministro da Economia e da Coesão Territorial de Portugal, Manuel Castro Almeida, salientou que, sob a orientação do princípio «um país, dois sistemas», Macau alcançou uma estabilidade social e prosperidade económica desde o seu regresso à China, com resultados de desenvolvimento notáveis. Realçou que, graças a relações únicas e insubstituíveis entre Portugal e Macau, a região dispõe de um vasto leque de quadros qualificados nas áreas jurídica e linguística, o que lhe permite manter uma ligação estreita com os países de língua portuguesa.

O mesmo responsável adiantou que Portugal valoriza as relações amigáveis com a China, e que, há vários anos, já tinha defendido o ensino do chinês nas escolas primárias locais, a fim de aproveitar com antecedência as oportunidades de desenvolvimento da China. Referiu que, actualmente, as empresas portuguesas continuam a expandir os seus negócios em Macau, tirando pleno proveito da plataforma sino-lusófona de Macau para participar activamente na construção da Grande Baía Guangdong-Hong Kong-Macau, e até no gigante mercado do Interior da China. Destacou ainda que Macau também constitui uma ponte eficaz, segura e facilitada para as empresas chinesas entrarem nos países de língua portuguesa. Para além de reforçar os laços económicos e comerciais entre Portugal e Macau, o ministro salientou o apoio para profissionais de diversas áreas de Portugal se deslocarem a Macau, para procurar e aproveitar as oportunidades de desenvolvimento.

Posteriormente, Sam Hou Fai e Manuel Castro Almeida reuniram-se com mais de 20 representantes empresariais que acompanham a visita a Portugal, para trocarem ideias e estabelecerem contactos, na esperança de que os empresários aproveitem as oportunidades de cooperação entre a China e Portugal para expandir os seus negócios, e em simultâneo, contribuam para o enriquecimento do papel de Macau enquanto plataforma e para o reforço da cooperação entre a China e Portugal a nível económico e comercial.

Estiveram ainda presentes no encontro o embaixador da República Popular da China em Portugal, Yang Yirui, a chefe do Gabinete do Chefe do Executivo, Chan Kak, o presidente do Conselho Administrativo do Instituto de Promoção do Comércio e do Investimento, Che Weng Keong, a chefe da Delegação Económica e Comercial de Macau em Lisboa, Lúcia Abrantes dos Santos, o subdirector da Comissão Executiva da Zona de Cooperação Aprofundada entre Guangdong e Macau em Hengqin, Cao Jin Feng, o secretário de Estado da Economia, João Rui Ferreira, o cônsul-geral de Portugal em Macau, Alexandre Leitão, a chefe do Gabinete do Ministro da Economia e da Coesão Territorial, Ana Tojal, e a presidente da Agência para o Investimento e Comércio Externo de Portugal (AICEP), Madalena Oliveira e Silva.


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